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A Terra quer ser amada

Venho numa conexão com a Mãe Terra como nunca havia percebido antes.

Sempre pensei na natureza como pura doação. Ela se doa em perfumes,  beleza, harmonia, frutos, flores, elixirs para a saúde, curas para o corpo e a alma. Jamais pensei que houvesse tanta tristeza registrada no que chamamos de 1o Plano da Existência, nos solos, nas rochas, nas superfícies em geral. As terras carregam esse sentimento em função das guerras, das posses, do desprezo que vem ocorrendo pela evolução da humanidade. Esse sentimento envolve também o 2o Plano da existência. O plano das plantas, das vitaminas, dos elementais da natureza.

Outro dia, caminhando com meu filho e um amigo dele pelos gramados das entrequadras da Asa Norte, aqui em Brasília, perguntei a eles, sem qualquer explicação prévia: A Terra está triste ou feliz? Os dois responderam sem duvidar. TRISTE. Isso partiu meu coração. Pra mim foi mais uma evidência de que o que eu percebia era real. Mesmo assim, com tantos registros akashicos desarmônicos, a terra continua provendo tudo que a humanidade precisa. É uma grande bênção. A terra nunca deixou de produzir.

Sempre me questionei porque as plantas adoecem? Se não tem karma a cumprir, não prejudicam, ao contrário, curam, purificam o ar, proveem o alimento, a água, a vida. Não existe terra infértil. Se assim está é uma condição momentânea, passível de cura e correção de nutrientes. A terra tem ânsia de prover o melhor, de colocar os nutrientes mais saudáveis em seus frutos. Ela também quer atenção, respeito, amor, conexão!

Pensando em tudo isso, gostaria de convidar cada um de vocês leitores a respirar. Observe como o ar que você respira faz a conexão com a natureza e com o Criador. Ao se conectar comande que toda a tristeza (não é dor) seja retirada das entranhas da terra e enviada à Luz da Fonte. Intenciona enviar amor incondicional para as terras, as plantas, as rochas, os minerais. A vida agradece!!!

Quem estiver em Brasília no dia 10 de junho, convido para que juntos possamos conduzir um trabalho de cura no Parque Olhos d’água às 9:30. Leve uma canga ou um colchonete. Nos encontraremos lá no gramado central.